"A ministra da Justiça corre o risco de fazer história se levar por diante as reformas que pôs em marcha. Nenhuma delas é fácil. Algumas têm opositores e defensores, com excepção da Ordem dos Advogados, que se opõe a todas. Entre elas, a reforma do mapa judiciário tem um alcance e uma previsão temporal que excedem uma acção governativa, podendo estender as suas consequências durante décadas. (...)"
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